O Inverno caiu-nos em cima num repente. Dias de frio mas com graus positivos a semana inteira, a prometer um inverno ameno, fim de novembro e ainda calças de ganga todos os dias, quase verão. E depois, fim-de-semana, dezembro, inverno, tudo ao mesmo tempo. Ao fim da tarde pus o nariz fora de casa e ele congelou, está frio até demais para nevar, um esbanjar de graus negativos. Só saí à noite para desentorpecer as pernas, ver gente, cheirar o ar da rua. Poças congeladas no chão, uma nuvem de vapor em cada respirar meu.
Resta-nos o exorcismo habitual para o frio da Nova Inglaterra: aquecer a cozinha com o forno e bolachas. À uma da manhã saía a primeira fornada, o frio esquecido, promessas de neve para o dia seguinte.
é a penúltima linha da minha morada, enquanto aprendo matemática no MIT.
domingo, dezembro 02, 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
- novembro 2012 (1)
- novembro 2010 (2)
- junho 2010 (3)
- maio 2010 (2)
- abril 2010 (10)
- março 2010 (3)
- fevereiro 2010 (5)
- janeiro 2010 (4)
- dezembro 2009 (16)
- novembro 2009 (11)
- outubro 2009 (6)
- setembro 2009 (8)
- agosto 2009 (1)
- junho 2009 (8)
- maio 2009 (9)
- abril 2009 (12)
- março 2009 (9)
- fevereiro 2009 (16)
- janeiro 2009 (8)
- dezembro 2008 (10)
- novembro 2008 (5)
- outubro 2008 (5)
- setembro 2008 (10)
- agosto 2008 (5)
- julho 2008 (1)
- junho 2008 (8)
- maio 2008 (15)
- abril 2008 (13)
- março 2008 (7)
- fevereiro 2008 (18)
- janeiro 2008 (14)
- dezembro 2007 (21)
- novembro 2007 (17)
- outubro 2007 (18)
- setembro 2007 (16)
- agosto 2007 (27)
- julho 2007 (13)
- junho 2007 (7)
- maio 2007 (24)
- abril 2007 (23)
- março 2007 (20)
- fevereiro 2007 (24)
- janeiro 2007 (23)
- dezembro 2006 (29)
- novembro 2006 (34)
- outubro 2006 (26)
- setembro 2006 (26)
- agosto 2006 (32)
- julho 2006 (26)
- junho 2006 (39)
- maio 2006 (29)
- abril 2006 (35)
- março 2006 (25)
- fevereiro 2006 (28)
- janeiro 2006 (23)
- dezembro 2005 (58)
- novembro 2005 (37)
- outubro 2005 (47)
- setembro 2005 (44)
- agosto 2005 (29)
Sem comentários:
Enviar um comentário